quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009

Enquete


Pergunta: Na sua opinião, qual o melhor filme


Respostas: Por enquanto nenhum (1)voto (4%)
Pedra Filosofal (2)votos (8%)
Câmara Secreta (2)votos (8%)
Cálice de Fogo (4)votos (16%)
Prisioneiro de Azcaban (7)votos (28%)
Ordem da Fênix (9)votos (36%)

E o filme vencedor foi Harry Potter e a Ordem da Fênix com 36% dos votos!
Não perca a próxima enquete!

Especial Hogwarts


2° Andar


Banheiro de Murta que Geme: Hoje está inderditado, mas é o local onde Murta, uma das alunas, foi morta pelo basilisco. Seu fantasma habita o local.
Sala do Professor de Defesa Contra as Artes das Trevas: Ninguém dura muito nesse cargo. Até agora já foram cinco: Quirrel, Gilderoy Lockhart, Remo Lupin, "Olho-Tonto" Moody e Dolores Umbridge.

Perfil da Semana


Perfil Ronald Weasley

Mais conhecido como Rony, vem de uma família de bruxos de longa tradição e é o sexto filho a ir para Hogwarts. Como os Weasley são numerosos e o dinheiro, pouco, ele é obrigado a usar tudo que foi de seus irmãos, como vassouras voadoras, roupas e até sua varinha mágica - o que o deixa bravo e muito envergonhado. Outro motivo de bronca era a pressão para ser escolhido monitor, como alguns de seus irmãos. Rony e Harry já passaram algunds dias sem se falar, mas se revelam grandes amigos sempre, especialmente quando se trata de enfrentar um professor chato ou até mesmo o Você-Sabe-Quem.

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009

1º Capítulo de Os contos de Beedle, o bardo!

Continuação...

Comentários de Alvo Dumbledore sobre "O bruxo e o caldeirão saltitante".

Um velho bruxo generoso resolve dar uma lição ao filho insensível, apresentando-lhe uma amostra do sofrimento dos trouxas locais. Desperta assim a consciência do jovem mago, que concorda em usar sua magia em benefício dos vizinhos não-mágicos. A primeira vista, uma fábula simples e comovente, ao crer nisso, a pessoa se revelaria uma pobre inocente. Uma história pró-trouxas, retratando um pai que ama os trouxas e é superior em magia a um filho que os detesta? É no mínimo surpreendente que qualquer cópia da versão original desse conto tenha sobrevivido às chamas a que frequentemente foi lançada.
Beedle estava fora de sintonia com seu tempo ao pregar uma mensagem de amor fraternal aos trouxas.
No início do século XV, a perseguição de bruxos se intensificava por toda a Europa. Muitos na comunidade mágica achavam, com toda a razão, que se oferecer para lançar um feitiço no porco doente do vizinho trouxa equivalia a se oferecer para buscar lenha para sua pira (1). "Que os trouxas se arranjem sozinhos!", bradavam os bruxos ao mesmo tempo em que se afastavam cada vez mais dos seus irmãos não-mágicos, um movimento que culminou no Código Internacional de Sigilo em Magia, em 1689, data em que eles entraram por livre e espontânea vontade na clandestinidade.
(1) É verdade que os bruxos e bruxas legítimos tinham razoável experiência em escapar da fogueira, do cepo e da forca (ver meus comentários sobre Lisette de Lapin nas notas sobre "Babbitry, a Coelha, e seu Toco Gargalhante"). Contudo, ocorreram de fato numerosas mortes: Sir Nicholas de Mimsy-Porpington (em vida, um bruxo na corte real e, na morte, o fantasma da Torre da Grifinória) revê sua varinha confiscada antes de ser trancado em uma masmorra, e assim ficou impedido de usar magia para fugir à sua execução; e as famílias bruxas eram particularmente sujeitas a perder membros mais jovens, cuja inabilidade para controlar seus poderes mágicos os tornava conspícuos e vulneráveis aos caçadores de bruxos.

Contudo, sendo as crianças como são, o grotesco caldeirão saltitante cativou sua imaginação. A solução foi eliminar a moral pró-trouxa, mas preservar o caldeirão verruguento, e, já na metade do século XVI, uma nova versão do conto circulava amplamente entre as famílias bruxas. Na história revista, o caldeirão saltitante protege um inocente bruxo dos seus vizinhos armados de archotes, afugentando-os de sua cabana, capturando-os e engolindo-os inteiros. No final da história, quando a panela já consumiu a maioria dos vizinhos, o bruxo obtém, dos poucos aldeões que restaram, a promessa de que o deixarão praticar sua magia em paz. Em troca, ele instrui a panela a devolver as vítimas, que são devidamente arrotadas de suas profundezas, ligeiramente estropiadas. Até hoje, algumas crianças bruxas ouvem apenas esta versão revista contada por seus pais (em geral antitrouxas), e a original, se e quando a lêem, é uma grande surpresa.
Conforme sugeri anteriormente, no entanto, o sentimento pró-trouxa não foi a única razão pela qual "O bruxo e o caldeirão saltitante" atraiu indignação.

À medida que a caça aos bruxos se encarniçava, as famílias bruxas começaram a levar vidas duplas, usando Feitiços de Ocultação para proteger a si mesmas. Por volta do século XVII, qualquer bruxo, homem ou mulher, que confraternizasse com trouxas se tornava suspeito, e até marginalizado em sua própria comunidade. Entre os muitos insultos lançados contra os pró-trouxas (os sugestivos epítetos de "chafurdeiro", "lambe-bosta" e "baba-ralé" datam desse período), havia a acusação de praticarem uma magia ineficaz ou inferior.

Bruxos influentes da época, como Bruto Malfoy, editor de Feitiçaria Aguerrida, um periódico anti-trouxa, perpetuou o estereótipo de que um bruxo amante de trouxas era tão mágico quanto um bruxo abortado (2). Em 1675, Bruto escreveu:
(2) [O bruxo abortado ou aborto é o filho de pais bruxos que não possui poderes mágicos. Tal ocorrência é rara. Os bruxos e bruxas filhos de pais trouxas são muito mais comuns. JKR]

Isto podemos afirmar com segurança: qualquer bruxo que demonstre apreciar a sociedade dos trouxas tem uma fraca inteligência e uma mágica tão débil e digna de pena que ele só pode se sentir superior quando se cerca de porqueiros trouxas.
Nada é um sinal mais infalível de mágica ineficaz do que a fraqueza para conviver com não-mágicos.
Este preconceito foi gradualmente se extinguindo em face da avassaladora evidência de que alguns dos bruxos (3) mais brilhantes do mundo foram, para usar o termo comum, "amantes dos trouxas".
(3) Como eu próprio.
A objeção final a "O bruxo e o caldeirão saltitante" ainda hoje permanece viva em certos setores. Beatrix Bloxam (1794-1910), autora do abominável Os contos do chapéu-de-sapo, foi, talvez, quem melhor resumiu a questão. A sra. Bloxam acreditava que Os contos de Beedle, o Bardo prejudicavam as crianças por sua
"mórbida preocupação com assuntos horrendos como morte, doença, derramamento de sangue, magia perversa, personagens perniciosos, e efusões e erupções corporais dos tipos mais repugnantes".

Perfil da Semana

Perfil Hermione Granger
A bruxinha mais brilhante de Hogwarts é filha de trouxas - seus pais são dentistas - e parece acreditar muito mais nos livros que nas pessoas. No primiero ano da escola, a garota era muito mandona, mas está aprendendo a deixar as regras de lado de vez em quando. E, apesar de os meninos os zombarem de sua rigidez com aulas e lições de casa, seus conhecimentos são excelentes quando se trata de combater plantas e criaturas malvadas. Hermione é apaixonada pela causa dos elfos e criou o F.A.L.E (Fundo de Apoio à Libertação dos Elfos), para que essas criaturas não fiquem mais sob o poder dos bruxos.

Especial Hogwarts


1° Andar

Sala de Estudos dos "Trouxas": Aqui os alunos se reúnem para estudar os hábitos dos trouxas, ou seja, das pessoas comuns, que não sabem mágica.
Sala de Minerva McGonagall: É o espaço reservado para a professora que às vezes toma a forma de um gato. Ela dá aulas de transfiguração, nas quais os alunos aprendem truques sobre como transformar fósforos em agulhas e besouros em botões. Em uma das aulas, um bruxinha fez seu amigo virar um texugo - sem querer é claro.
Ala Hospitalar: Harry já é freguês dos cuidados de Madame Pomfrey, a enfermeira do castelo, que trata seus pacientes com feitiços, poções e ervas.

Especial Ordem Da Fênix